Rede Nacional de Revendedores de GLP.

segunda-feira, novembro 28, 2005

Copagaz

O empresário Ueze Zahran reúne hoje três governadores de Estado - Blairo Maggi (MT), Zeca do PT (MS) e Geraldo Alckmin (SP) - para comemorar os 50 anos da Copagaz, única empresa do setor de GLP com capital genuinamente nacional. A empresa, que pertence ao Grupo Zahran, proprietário da Rede Mato-grossense de Televisão, nasceu em Campo Grande, em 55, e hoje está entre as seis maiores distribuidoras do País.
Este ano, a Copagaz foi classificada entre as 150 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, de acordo com pesquisa do Instituto Americano Great Place To Work Institute e revista Exame Você S/A.

domingo, novembro 27, 2005

Fogão a lenha

O comércio de GLP, gás de cozinha, caiu este ano quase 2%.

Uma das causas da desaceleração é a proliferação de “gatos” de luz nas favelas. É que fica mais em conta, claro, cozinhar em microondas.

sexta-feira, novembro 25, 2005

Resolução garante preço do gás de cozinha abaixo do gás industrial

Uma resolução do Ministério de Minas e Energia garante que o botijão de gás de 13 kg será mais barato do que os cilindros vendidos ao comércio e à indústria. Essa diferença será de 12,4%.

Segundo o ministro Silas Rondeau, na prática isso já ocorre.
"A medida dá a confiança jurídica necessária para que a Petrobras continue fazendo isso", disse.
A resolução foi definida hoje na reunião do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). O leilão de energia que ocorre no próximo dia 16 também foi discutido.

Segundo o ministro, seis usinas hidrelétricas já têm licença prévia para participar da disputa. Ele espera que outras sete consigam a licença e participem do leilão --o resultado dessa concorrência é importante porque irá garantir a geração de energia nos próximos anos.

Ao todo, há 109 empreendimentos habilitados --incluindo hidrelétricas e termelétricas. Dessas, 102 têm licença condicionada. Ou seja, elas têm alguma pendência, como a falta de um documento, que pode ser sanada até o dia 6 de dezembro.

De acordo com o ministro, o importante é garantir uma oferta de energia compatível com o crescimento da economia.
Fonte:Folha

terça-feira, novembro 22, 2005

Empresa é proibida de comercializar gás de botijão de outras marcas

A juíza Carolina Medeiros e Silva, da 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro, indeferiu o pedido de venda de GLP em botijões de outras marcas pela empresa Máxi Chama Azul Gás.
A companhia vinha fazendo este tipo de comercialização amparada em um Agravo de Instrumento interposto pela Maxigás contra a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) julgado pela 1ª turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, tendo como relator o desembargador Carreira Alvim.
A sentença da juíza Carolina Medeiros e Silva substitui a decisão do TRF.
No entendimento da juíza, é necessário controlar a comercialização do gás de botijão e assegurar aos consumidores o real conhecimento sobre o fornecedor do produto. Desta forma, esclareceu, é possível identificar as empresas e impor responsabilidades caso haja problemas com o serviço ou com o gás.
Ela também avaliou que não há intenção da ANP de prejudicar a Máxi Chama Azul e beneficiar suas concorrentes.


Fonte: Oglobo

quinta-feira, novembro 03, 2005

Supergasbras e Minasgás

Diário de bordo

Foi animada a classe executiva do vôo 442 da Air France que chegou ontem ao Rio, de Paris.
Três executivos do grupo holandês SHV (Minasgás e Supergasbrás) fizeram, segundo duas passageiras, uma reunião a bordo até 3h da matina. As moças estão insones. Em compensação, agora sabem tudo de GLP.

Cartel do Gás

Fiscalização
Reajuste sob investigação Procon de Goiás denuncia hoje sindicato por suspeita de cartelização no aumento de 6% do gás de cozinha
A Superintendência de Proteção aos Direitos dos Consumidores de Goiás (Procon-GO) formaliza hoje denúncia contra suposta cartelização do preço do gás de cozinha induzida pelo Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás). A instauração de inquéritos pelo órgão junto à Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) e ao Departamento de Defesa e Proteção ao Consumidor (DDPC), vinculado ao Ministério da Justiça, tem como base as declarações do presidente do Sinergás, Zenildo Dias do Vale, ao DM.mais